E ela é... isso, desse jeito, assim
Ela é doce, tímida, bela, paradoxal
Ela não é um sonho, é mais real
Ela é assim, desse jeito, para mim
Ela é grossa, mas... delicada
Assim, uma criança adolescente
Ela é românticamente inteligente
Ela não é a pessoa certa nem errada
Ela é perfeita, e nem mesmo sabe
Pode nem acreditar, mas eu acredito
Eu sei, do meu jeito, que é verdade
Então, ela é... ela é ela, irreal
Poeticamente tudo... ou nada
Mas para mim, ela é assim, especial
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
sábado, 13 de outubro de 2007
Kielma
Uma palavra não diz nada
E ao mesmo tempo esconde tudo
Como o céu que dá cor à agua
E as flores que escondem o sujo
Como num simples olhar
Nos olhos de quem quer ver
Como uma ilusão que não se acaba
Mas você pode escolher viver
Uma verdade não diz nada
E ao mesmo tempo esconde tudo
Não estaria numa flor qualquer
Nem no maior verso do mundo
Se um dia eu disser que te amo
Pode nem ser a mais pura verdade
Mas amor é uma ilusão
Que se escolhe acreditar
E eu prefiro acreditar
Porque tu és perfeita e não sabe
E ao mesmo tempo esconde tudo
Como o céu que dá cor à agua
E as flores que escondem o sujo
Como num simples olhar
Nos olhos de quem quer ver
Como uma ilusão que não se acaba
Mas você pode escolher viver
Uma verdade não diz nada
E ao mesmo tempo esconde tudo
Não estaria numa flor qualquer
Nem no maior verso do mundo
Se um dia eu disser que te amo
Pode nem ser a mais pura verdade
Mas amor é uma ilusão
Que se escolhe acreditar
E eu prefiro acreditar
Porque tu és perfeita e não sabe
domingo, 16 de setembro de 2007
Ficticionismo (O dia que tempo parou)
Tudo está morrendo por uma bala
Uma boca e milhares de mãos culpando
Apontando quem deve sofrer e viver
Mostrando o chão que estão andando
As máquinas suicidas querem dormir
Vida insípida nas mãos dos reis
Nossos sonhos nem mesmo são nossos
E o mundo culpa um e outro pela lei
Quais reis olham o céu e reparam
As estrelas que roubaram e mataram
Quais choram lágrimas de inocentes?
Por que ninguém vê o sol lívido
Iluminando a morte no céu de papel
E o mirto de mentiras cobrindo a gente?
Uma boca e milhares de mãos culpando
Apontando quem deve sofrer e viver
Mostrando o chão que estão andando
As máquinas suicidas querem dormir
Vida insípida nas mãos dos reis
Nossos sonhos nem mesmo são nossos
E o mundo culpa um e outro pela lei
Quais reis olham o céu e reparam
As estrelas que roubaram e mataram
Quais choram lágrimas de inocentes?
Por que ninguém vê o sol lívido
Iluminando a morte no céu de papel
E o mirto de mentiras cobrindo a gente?
sábado, 15 de setembro de 2007
Macaquinho
O demônio está dentro de cada um de nós
E a maçã está doce a essência do pecado
E é agora que você sabe o que fazer
Quando palavras divinas pronunciam errado
Macaquinho, olhe as estrelas do seu céu
Qual mais bela, qual mais fulgurante?
Quem elas apontam, quem elas escolhem?
Se você fosse Deus, quem seria sua amante?
Macaquinho, você pode ajudar, não pode?
Você sabe que pode, você faz o Deus
Você alimenta a mentira que nos reina
E seus próprios males constroem o meu
Sádico e infligido de segunda a sábado
Porque sua constante repreensão ajuda
Como o mundo o vê, você vai se arrepender
E quando isso acontecer, quero os gritos
Quero sensacionalismo na TV e nas ruas
Quero sua mente para alimentar... você!
Ah, eu quero o mundo! Ah, eu quero tudo!
Eu vou comê-lo, vou mastigá-lo e cuspir
Cuspir no prato de ouro que faz o mundo
E vou limpar para apresentar minha peça
Sensacionalismo e fé! Sadismo aos pequenos
E isento dos pecados mortais dos fracos
Nos olhos inumanos que tudo vêem do alto
Então ninguém sabe o que é certo e errado
Macaquinho, venha comer na minha mão
É tudo repressão, é tudo promessas da TV
Ninguém precisa acreditar ou amar
Você só precisa temer... temer e temer...
Venha, venha comer na palma da minha mão
É tudo repressão, acredite, macaquinho
Eu preciso de você, mas vou jogá-lo fora
Porque você não pode ser minha evolução
E a maçã está doce a essência do pecado
E é agora que você sabe o que fazer
Quando palavras divinas pronunciam errado
Macaquinho, olhe as estrelas do seu céu
Qual mais bela, qual mais fulgurante?
Quem elas apontam, quem elas escolhem?
Se você fosse Deus, quem seria sua amante?
Macaquinho, você pode ajudar, não pode?
Você sabe que pode, você faz o Deus
Você alimenta a mentira que nos reina
E seus próprios males constroem o meu
Sádico e infligido de segunda a sábado
Porque sua constante repreensão ajuda
Como o mundo o vê, você vai se arrepender
E quando isso acontecer, quero os gritos
Quero sensacionalismo na TV e nas ruas
Quero sua mente para alimentar... você!
Ah, eu quero o mundo! Ah, eu quero tudo!
Eu vou comê-lo, vou mastigá-lo e cuspir
Cuspir no prato de ouro que faz o mundo
E vou limpar para apresentar minha peça
Sensacionalismo e fé! Sadismo aos pequenos
E isento dos pecados mortais dos fracos
Nos olhos inumanos que tudo vêem do alto
Então ninguém sabe o que é certo e errado
Macaquinho, venha comer na minha mão
É tudo repressão, é tudo promessas da TV
Ninguém precisa acreditar ou amar
Você só precisa temer... temer e temer...
Venha, venha comer na palma da minha mão
É tudo repressão, acredite, macaquinho
Eu preciso de você, mas vou jogá-lo fora
Porque você não pode ser minha evolução
terça-feira, 11 de setembro de 2007
A Nova Moda
O espaço é movimentado, o crime perfeito,
fogo no teto, todo mundo vai pro chão,
e quem ficar em pé, o tiro vai ser certeiro,
prova sem suspeito, tá enfiado na multidão.
Os bonzão fardado com pose de machão,
estão lá fora esperando não sei o que,
matou mais um, não tem o que querer,
vai e não voltam, tentam de tudo, em vão.
A moda agora é bala perdida no centro
da cidade movimentada amedrontada,
lá em cima, orando, rezando, a porra toda!
A bala no jantar, respira o medo ao vento,
é hora de rezar, nada de cair na estrada,
na memória, um morreu, não tem escolha!
fogo no teto, todo mundo vai pro chão,
e quem ficar em pé, o tiro vai ser certeiro,
prova sem suspeito, tá enfiado na multidão.
Os bonzão fardado com pose de machão,
estão lá fora esperando não sei o que,
matou mais um, não tem o que querer,
vai e não voltam, tentam de tudo, em vão.
A moda agora é bala perdida no centro
da cidade movimentada amedrontada,
lá em cima, orando, rezando, a porra toda!
A bala no jantar, respira o medo ao vento,
é hora de rezar, nada de cair na estrada,
na memória, um morreu, não tem escolha!
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Cinzas
Eu quero sua dor para provar minha existência
Eu quero seus lábios para respirar seu ar
Minhas mãos estão congeladas sobre as suas
E eu estou paralizado dentro do seu olhar
No vácuo dos meus versos eu posso senti-la
A noite escura como um mundo vazio e frio
Seus olhos brilham e eu não sei se são estrelas
O céu escuro reflete o mar, e tudo torna-se vil
Ela anda sobre meu mundo e não se importa
Bebe meu sangue, como um anjo rebelde
E faz dos arrependimentos apenas uma voz morta
As estrelas estão virando cinzas no meu ego
Eu tenho um Espada e posso sair daqui
Mas seus olhos fecham-se e eu não mais enxergo
Eu quero seus lábios para respirar seu ar
Minhas mãos estão congeladas sobre as suas
E eu estou paralizado dentro do seu olhar
No vácuo dos meus versos eu posso senti-la
A noite escura como um mundo vazio e frio
Seus olhos brilham e eu não sei se são estrelas
O céu escuro reflete o mar, e tudo torna-se vil
Ela anda sobre meu mundo e não se importa
Bebe meu sangue, como um anjo rebelde
E faz dos arrependimentos apenas uma voz morta
As estrelas estão virando cinzas no meu ego
Eu tenho um Espada e posso sair daqui
Mas seus olhos fecham-se e eu não mais enxergo
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Errado
Veja os olhos de quem não te ver
Os homens andando nas ruas
E suas mentes ao redó da lua
Pensando na vida, sem entender
Veja o homem cego deitado
Todos os seus sonhos destruidos
Sua vida feita sem nenhum sorriso
E todo dia ele está errado
Quem é o anjo no céu escuro
Roubando nossas estrelas
Nossas vidas e nossos mundos?
Quem é a criança lá no fundo
Pintando sua bandeira
Tentando entender o futuro?
Os homens andando nas ruas
E suas mentes ao redó da lua
Pensando na vida, sem entender
Veja o homem cego deitado
Todos os seus sonhos destruidos
Sua vida feita sem nenhum sorriso
E todo dia ele está errado
Quem é o anjo no céu escuro
Roubando nossas estrelas
Nossas vidas e nossos mundos?
Quem é a criança lá no fundo
Pintando sua bandeira
Tentando entender o futuro?
Assinar:
Postagens (Atom)